Domingo, o único dia da semana mais ou menos calmo. O dia de dormir até um pouco mais tarde, o dia em que os sonhos são mais longos e intensos, o dia em que a sensibilidade está ao rubro, o dia em que os pensamentos assaltam a cabeça e têm vontade própria.
A manhã já tinha passado de forma tranquila e Inês andava de um lado para o outro a arrumar coisas, a pôr um pouco de ordem em casa. Ligou a música. Era impossível viver sem música. Tinha que estar sempre algo a tocar…
O telemóvel tocou. Tinha recebido uma mensagem. Era de Samuel. “Que mensagem longa!”, pensou. Quando começou a ler nem queria acreditar!!! Era a última coisa que pensava ler naquele momento. Uma mensagem cheia de afirmações e também cheia de “mas…” a seguir a essas afirmações. Uma mensagem quem que, por momentos, Samuel disse o que lhe ia na alma. Dentro do que tinha de bom e de menos bom na mensagem, pelo menos ele falou sobre o que sentia! O problema era só um: a tentação em que essa mensagem se convertia…
A manhã já tinha passado de forma tranquila e Inês andava de um lado para o outro a arrumar coisas, a pôr um pouco de ordem em casa. Ligou a música. Era impossível viver sem música. Tinha que estar sempre algo a tocar…
O telemóvel tocou. Tinha recebido uma mensagem. Era de Samuel. “Que mensagem longa!”, pensou. Quando começou a ler nem queria acreditar!!! Era a última coisa que pensava ler naquele momento. Uma mensagem cheia de afirmações e também cheia de “mas…” a seguir a essas afirmações. Uma mensagem quem que, por momentos, Samuel disse o que lhe ia na alma. Dentro do que tinha de bom e de menos bom na mensagem, pelo menos ele falou sobre o que sentia! O problema era só um: a tentação em que essa mensagem se convertia…
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