Há 200 anos Benjamin Franklin partilhou com o mundo o segredo do seu sucesso. “Nunca deixar para amanhã, o que se pode fazer hoje”, disse ele.
Este é o homem que descobriu a electricidade. Era de esperar que mais gente lhe tivesse dado ouvidos!
Não sei porque adiamos as coisas, mas se tivesse de adivinhar, diria que tem muito a ver com medo.
Medo de falhar, medo de sofrer, medo de ser rejeitado.
Às vezes, é apenas o medo de tomar uma decisão. Porque… e se estivermos enganados? E se cometermos um erro que não podemos desfazer?
Quem chega primeiro é o primeiro a aviar-se (“the early bird catches the worm”).
Um ponto a tempo poupa muitos (“a stich in time saves nine”).
Aquele que hesita está perdido (“He, who hesitates is lost”).
Não podemos fazer de conta que não nos avisaram! Todos ouvimos os ditos, ouvimos os filósofos, ouvimos os nossos avós a falarem do tempo perdido, ouvimos o raio dos poetas a dizerem-nos para vivermos o momento. Mesmo assim, às vezes, temos de ver por nós mesmos.
Temos de cometer os nossos erros.
Temos de aprender as nossas lições.
Temos de varrer a possibilidade para baixo do tapete do amanhã, até não podermos mais. Até que finalmente percebamos o que Benjamin Franklin queria dizer:
Que saber é melhor que especular (that knowing is better than wondering).
Que acordar é melhor do que dormir (that waking is better than sleeping).
E que até o maior fracasso, até o pior, o mais crasso dos erros, é melhor do que nunca tentar.
Wednesday, April 9, 2008
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