
Um amigo mostrou a Inês uma música e contou-lhe que tinha sido escrita por uma pessoa que tinha terminado uma relação e que tinha ficado tão magoado que já não acreditava em nada.
Inês já a tinha ouvido, mas naquela manhã decidiu ouvir a letra com mais atenção. Aquela pessoa, tal como Inês estava completamente descrente nas relações. Falava em não acreditar em “beijos no altar”, “grinaldas e flores” e que a fé estava escondida no meio de recordações. Aquelas palavras diziam-lhe tanto…
Inês reviu na sua cabeça o tempo da sua vida que tinha andado em busca de amor e carinho. É uma verdade que o encontrou, em certos períodos, mas o que isso lhe trouxe foi também muita tristeza e amargura. Amargura essa que fez dela uma pessoa revestida com uma armadura de pedra onde nada entra, nada passa.
Inês sabia que também tinha errado e podia identificar onde tinha errado. No entanto, nem todos os erros tinham sido dela. Em todas as relações sempre ouviu que ela não dava o suficiente, que a entrega não era completa, que não se podia contar com ela.
Ela achava que tinha dado o que lhe era possível em todos os momentos, que se tinha entregue na totalidade. Mas e se não o tivesse feito? Será que ambas as partes numa relação se entregam na totalidade? Ou deixam sempre aquele “jardim secreto” onde ninguém entra?
A conclusão a que Inês chegou é que o amor tem um período de encantamento e, que terminado esse período é preciso fazer muito para manter a chama viva. É preciso deixar a rotina de lado, pois é ela que mata o amor. É preciso encantar para ser encantado, é preciso amar para ser amado, é preciso surpreender para ser surpreendido. Porque se deixamos de encantar, se deixamos de “alimentar” o lado bom da relação então, deixamos morrer o que alimenta o amor. Começa a crescer a intolerância, a falta de paciência, a falta de amor pela outra parte. Desse ponto até cada um ir para seu lado vai um caminho muito curto.
A libertação de certas relações pode ser um alívio, mas de outras deixa tantas marcas e tanta dor que se fica num limite difícil de tolerar. E isso magoa tanto que a opção é nem tentar de novo e ficarmos no nosso canto. Sim, porque o amor também dói…e muito!
In o livro que estou a escrever…
Inês já a tinha ouvido, mas naquela manhã decidiu ouvir a letra com mais atenção. Aquela pessoa, tal como Inês estava completamente descrente nas relações. Falava em não acreditar em “beijos no altar”, “grinaldas e flores” e que a fé estava escondida no meio de recordações. Aquelas palavras diziam-lhe tanto…
Inês reviu na sua cabeça o tempo da sua vida que tinha andado em busca de amor e carinho. É uma verdade que o encontrou, em certos períodos, mas o que isso lhe trouxe foi também muita tristeza e amargura. Amargura essa que fez dela uma pessoa revestida com uma armadura de pedra onde nada entra, nada passa.
Inês sabia que também tinha errado e podia identificar onde tinha errado. No entanto, nem todos os erros tinham sido dela. Em todas as relações sempre ouviu que ela não dava o suficiente, que a entrega não era completa, que não se podia contar com ela.
Ela achava que tinha dado o que lhe era possível em todos os momentos, que se tinha entregue na totalidade. Mas e se não o tivesse feito? Será que ambas as partes numa relação se entregam na totalidade? Ou deixam sempre aquele “jardim secreto” onde ninguém entra?
A conclusão a que Inês chegou é que o amor tem um período de encantamento e, que terminado esse período é preciso fazer muito para manter a chama viva. É preciso deixar a rotina de lado, pois é ela que mata o amor. É preciso encantar para ser encantado, é preciso amar para ser amado, é preciso surpreender para ser surpreendido. Porque se deixamos de encantar, se deixamos de “alimentar” o lado bom da relação então, deixamos morrer o que alimenta o amor. Começa a crescer a intolerância, a falta de paciência, a falta de amor pela outra parte. Desse ponto até cada um ir para seu lado vai um caminho muito curto.
A libertação de certas relações pode ser um alívio, mas de outras deixa tantas marcas e tanta dor que se fica num limite difícil de tolerar. E isso magoa tanto que a opção é nem tentar de novo e ficarmos no nosso canto. Sim, porque o amor também dói…e muito!
In o livro que estou a escrever…
1 comment:
CONCORDO 101% !!!
Vi-me nas tuas palavras. Cada palavra e linha que li ía descrevendo simultaneamente o que eu estava a sentir...e estou.
Obrigado por teres conseguido transcrever tudo o que se passa comigo... Acredito que escrever e depois ler o que escrevemos nos alivia a mente e simplifica ou pelo menos ordena a confusão e o mal que sentimos. E foi como se estivesse a ler o que eu própria tinha escrito. Seremos irmãs, irmãs da blogoesfera?!? lol Blue&Nuvem, a irmandade do bem e do amor !!!!! :)) Besosssssss
Ps: Vou fazer um copy paste pro meu blog...tem dtos de autor claro! : depois vai lá cuscar... :)
Tx again 4 your words
Post a Comment